As Mulatas de Di Cavalcanti: A Essência do Modernismo e a Identidade Brasileira
Se existe um nome que conseguiu traduzir a alma do Brasil para as telas com uma mistura de sensualidade, lirismo e crítica social, esse nome é Emiliano Di Cavalcanti.
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Arte, palavra de alcance infinito e múltiplas dimensões.
Para alguns, Ofício e a própria razão de existir.
Para outros, Prazer Estético puro e simples.
Para terceiros, Investimento e Pulsação.
A função do Marchand é viver intensamente esses
três Universos. Transitar entre eles com desenvoltura,
visão, compreensão e eficiência.
Buscar a perfeita harmonia dentro dessa diversidade
e ser partícipe individual no alcance da plenitude de
anseios, expectativas e realizações pessoais.
Buscar a “Unidade na Diversidade”, como tão bem
expressou o pensador Tristão de Athayde, é a
essência da Arte e, em última análise, do trabalho
sério do Marchand.
Meu trabalho é interpretá-la, com o dinamismo que
o mundo das artes exige. Meu acervo, o resultado
dessa pesquisa incessante.
Se existe um nome que conseguiu traduzir a alma do Brasil para as telas com uma mistura de sensualidade, lirismo e crítica social, esse nome é Emiliano Di Cavalcanti.
Se existe um nome que soube traduzir a alma do interior paulista com o rigor técnico da Renascença italiana, este nome é Fulvio Pennacchi.
Flávio de Carvalho (1899–1973) não foi apenas um artista; ele foi um evento. Engenheiro de formação, arquiteto por profissão e provocador por natureza, Flávio é frequentemente descrito como o "Leonardo da Vinci brasileiro" devido à sua insaciável curiosidade e atuação em diversas frentes: da pintura à performance, da literatura à moda.