
Mario Cravo Neto foi um artista inquieto, que circulou por várias áreas. Em sua juventude, aos 19 anos, foi premiado na I Bienal Nacional de Arte da Bahia, e, ao mesmo tempo em que começava a fotografar — em Salvador, primeiro, e depois em Nova York, onde morou um período — surgiu seu interesse por land art. O registro das intervenções que fazia nos arredores da capital baiana o levou ao trabalho com videoinstalações. Trabalhou como diretor de fotografia de filmes, assinou ele mesmo curtas-metragens, até que um grave acidente, em 1975, o levou a uma guinada estética. Com dificuldade para andar depois de um ano imobilizado, passou a fotografar em estúdio os hoje icônicos retratos em preto e branco. Morreu em 2009, aos 62 anos, deixando um conjunto de fotografias reconhecido internacionalmente.
No momento esse artista não possui obras em nosso acervo.

Mario Cravo Neto foi um artista inquieto, que circulou por várias áreas. Em sua juventude, aos 19 anos, foi premiado na I Bienal Nacional de Arte da Bahia, e, ao mesmo tempo em que começava a fotografar — em Salvador, primeiro, e depois em Nova York, onde morou um período — surgiu seu interesse por land art. O registro das intervenções que fazia nos arredores da capital baiana o levou ao trabalho com videoinstalações. Trabalhou como diretor de fotografia de filmes, assinou ele mesmo curtas-metragens, até que um grave acidente, em 1975, o levou a uma guinada estética. Com dificuldade para andar depois de um ano imobilizado, passou a fotografar em estúdio os hoje icônicos retratos em preto e branco. Morreu em 2009, aos 62 anos, deixando um conjunto de fotografias reconhecido internacionalmente.